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14/06/2007


ACRE: Área: 9.962 Km2. Altitude: 160m. Clima Tropical:(quente úmido). População:228857(Censo - 1996). Coordenadas Geográficas: Latitude: 9º 58' 29" (S). Longitude: 67º 48' 36" (W. G.R.). Maior intensidade de chuvas: Novembro a Abril. Fuso Horário: duas horas a menos do que a hora oficial de Brasília. Corrente elétrica: 110v.


Rio Branco, a Capital do Estado do Acre(o nome Acre origina-se de Áquiri, transcrita pelos exploradores desta região da palavra Uwakuru do
dialeto dos índios Ipurinã.), foi fundada em 28 de dezembro de 1882, com o nome de Seringal Empresa pelo cearense Neutel Maia. Em 1904, após a anexação definitiva do Acre ao Brasil, foi elevada à categoria de vila, tornando-se sede do departamento do Alto Acre.
Em 1909 passou a ser denominada Penapólis (em homenagem ao então Presidente Afonso Pena) e, em 1912 , Rio Branco, em homenagem ao Barão de Rio Branco, chanceler brasileiro cuja ação diplomática resultou no Tratado de Petrópolis. Em 1913 tornou-se munícipio. Em 1920 capital do território do Acre e em 1962 à capital do estado. Rio Branco é o centro adminitrativo, econômico e cultural da região. É cortado pelo rio Acre, que divide a cidade em duas partes denominadas Primeiro e Segundo distritos. Principal portão de entrada e saída para os visitantes.



Rio Branco, capital do Acre, é a maior e mais populosa cidade acreana, concentrando mais da metade da população total do Estado. Além disso, foi uma das primeiras cidades a surgir nas margens do rio Acre. Conta a história que, em fins de 1882, numa pronunciada volta do rio Acre, uma frondosa árvore, a Gameleira, chamou a atenção de exploradores que subiam o rio e levou-os a abrir novos seringais ali mesmo. O povoado chamado "Volta da Empreza" logo revelou-se mais movimentado do que um simples seringal pela abertura de pontos comerciais para o abastecimento das embarcações a vapor que subiam o rio no transporte do ouro negro (a borracha).

Anos depois, a mesma Gameleira seria testemunha dos combates travados na Volta da Empreza entre revolucionários acreanos e tropas bolivianas durante o crítico período da Revolução Acreana que tornou o Acre parte do Brasil no início deste século.

Com o Tratado de Petrópolis e a criação do Território Federal do Acre, a agora chamada "Villa Rio Branco", afirmou-se como o principal centro urbano de todo o vale do Acre, o mais rico e produtivo do território. Tanto assim, que a partir de 1920, a cidade de Rio Branco assumiu a condição de capital do Território e depois do Estado. Durante todos esses acontecimentos, a rua surgida da Gameleira, na margem direita do rio Acre, era o centro da vida comercial e urbana dessa parte da Amazônia. Ali se situavam os bares, cafés e cassinos que movimentavam a vida noturna da cidade, ali se encontravam os principais representantes comerciais das casas aviadoras nacionais e estrangeiras que movimentavam milhares de contos de réis naquela época de riqueza e fausto, ali moravam as principais famílias da elite urbana composta por profissionais liberais e pelo funcionalismo público.

Com o passar do tempo a administração política do Território foi sendo transferida para a margem esquerda do rio Acre, com terras mais altas e não inundáveis. Ainda assim as ruas que integravam o centro da cidade formada pelas ruas Cunha Matos, 17 de novembro e 24 de janeiro permaneciam sendo a principal área comercial da cidade, paulatinamente dominada pelos imigrantes sirio-libaneses, a ponto de em meados da década de 30 ser também conhecida como "Bairro Beirute".
Porém, a partir da década de 50, teve início um pronunciado processo de decadência econômica da histórica margem direita de Rio Branco, que passou a ser chamado de 2o Distrito. Isso resultou da transferência de boa parte de suas principais casas comerciais para o 1o Distrito da cidade, na margem esquerda do rio Acre, onde já estavam instaladas as principais repartições publicas e as residências das mais importantes famílias do território. De lá para cá, o ritmo de degradação urbana, social e econômica dessa área só fez aumentar e chegou ao seu ponto máximo com o desbarrancamento provocado pela grande alagação de 1997.

- 1882
- O vapor sobe o rio Acre e desembarca os Irmãos Leite no seringal Bagaço. Neutel Maia decide ficar algumas milhas acima e no dia 28 de dezembro funda o Seringal Empreza, na volta do rio onde está situada a Gameleira. Depois o mesmo vapor ainda deixa Manuel Damasceno Girão na foz do Xapuri, onde fundou o seringal Xapuri.

- 18 de setembro de 1902
- Primeiro Combate da Volta da Empreza - vitória boliviana

- 5 de outubro até 15 de outubro de 1902
- Segundo Combate da Volta da Empreza - vitória acreana

- 4 de abril de 1903
- Ocupação da Empreza por tropas brasileiras, sob o comando do General Olympio da Silveira

- 13 de maio de 1903
- o general Olympio da Silveira proclama, em Empresa, o término da Revolução Acreana

- 18 de agosto de 1904
- Toma posse da Prefeitura do Departamento do Alto Acre, o Cel.Raphael Augusto da Cunha Mattos

- 22 de agosto de 1904
- Instaladas a delegacia de policia e uma escola primária.

- 7 de setembro de 1904
- decreto Nº 7 - mudança de Nome de Empreza para Villa Rio Branco - provisóriamente sede do Governo da Prefeitura Departamental.

- 30 de junho de 1909
- Prefeito Gabino Besouro - muda a sede do Departamento de Empreza (atual 2º Distrito) para Penápolis (atual 1º Distrito)

- 10 de agosto de 1910
- instalava-se em Penapólis uma agência dos correios.

- 3 de outubro de 1912
- Por ato do Prefeito Departamental Deocleciano Coelho de Souza Penápolis e Empreza passam a se chamar Rio Branco

- 7 de Maio de 1913
- é instalada uma estação de Rádio Telegrafia, tirando os acreanos do isolamento total

- 13 de junho de 1913
- É criada uma nova organização ao território, razão da qual é instalado oficialmente o município de Rio Branco

- 7 de janeiro de 1914
- Primeiras eleições municipais

- 1º de Maio de 1915
- é inaugurado o primeiro grupo escolar da cidade

- 13 de Maio de 1916
- Inaugurado o serviço de luz elétrica

- 1º de outubro de 1920
- Território do Acre - extinção do departamento e unificação dos municípios em torno de um só governo, Rio Branco é escolhida a capital do Território do Acre

Em 28 de dezembro de 1882 desembarcava na Gameleira o explorador Neutel Maia para fundar um seringal que acabaria por dar origem ao povoado "Volta da Empreza", futura cidade de Rio Branco. Nos primeiros trinta anos de sua história o povoado esteve restrito à margem direita do rio Acre, uma área alagável que todos os anos sofria com as cheias do rio. Por isso, em 1908, o Prefeito do Departamento do Alto Acre, Gabino Besouro, decidiu desapropriar terras do Seringal Empreza, situado na margem esquerda do rio, para construir uma nova cidade que ele denominou de "Penápolis", em homenagem ao então presidente da Republica Afonso Pena.

Apesar de se constituir no centro "Oficial" da cidade, uma vez que deveria sediar o governo territorial, Penápolis (atual 1º Distrito) não possuía uma estrutura compatível com a sua importância formal. Enquanto isso a maioria da população se concentrava no bairro "Empreza" (atual 2º Distrito) onde estavas situadas as maiores casas comerciais e as residências das principais famílias.

Somente no Governo de Hugo Carneiro 1926/1930, começou efetivamente a urbanização de Penápolis, com a construção de diversos prédios em alvenaria. A criação de toda a infra-estrutura necessária para o funcionamento do governo territorial somente foi completada no Governo de Guiomard Santos 1946/1950.

Escrito por Telecentro Esperança às 12h21
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O nome Acre surgiu de “Aquiri”, que significa “rio dos jacarés” na língua nativa dos índios Apurinãs, os habitantes originais da região banhada pelo rio que empresta o nome ao estado. Os exploradores da região transcreveram o nome do dialeto indígena, dando origem ao nome Acre. Os primeiros habitantes da região eram os índios, até 1877, quando imigrantes nordestinos arregimentados por seringalistas para trabalhar na extração do látex, devido aos altos preços da borracha no mercado internacional, iniciaram a abertura de seringais. Este território, antes pertencente à Bolívia e ao Peru, foi aos poucos sendo ocupado por brasileiros. O imigrantes avançaram pelas vias hidrográficas do rio Acre, Alto-Purus e Alto-Juruá, o que aumentou a população de local de brancos em cerca de quatro vezes em um ano.

Buscando garantir o domínio da área, os bolivianos instituíram a cobrança de impostos sobre a extração da borracha e a fundação da cidade de Puerto Alonso. Após conflitos armados a cidade foi retomada por brasileiros e rebatizada como Porto Acre. A revolta dos brasileiros diante destas medidas resultou em conflitos que só tiveram fim com a assinatura do Tratado de Petrópolis em 17 de novembro de 1903, no qual o Brasil adquiriu o território do Acre. Na região de fronteira com o Peru também houve controvérsias quanto aos limites territoriais. Em setembro de 1903, os peruanos foram expulsos das áreas ocupadas, sendo resolvido o impasse territorial em 8 de setembro de 1909, tendo como representante nas negociações o Barão do Rio Branco, então Ministro das Relações Exteriores.

Unificada a partir de 1920, a administração do Acre passou a ser exercida por um governador nomeado pelo Presidente da República. Até que em 15 de Junho de 1962 foi sancionada pelo Presidente da República João Goulart a Lei 4.070, que elevou o Acre a categoria de Estado. E em Outubro de 1962 foi eleito o primeiro governador do Estado do Acre, José Augusto de Araújo.


O desejo da elite regional amazônica de incorporar essas terras ao Brasil desencadeou os conflitos armados que resultaram na criação passageira de um “Estado Independente do Acre”, sob o comando do espanhol Luis Galvez e o conflito conhecido como “Revolução Acreana”, liderado pelo gaúcho Plácido de Castro. O desfecho desta história se deu através da habilidade diplomática do Ministro das Relações Exteriores Barão do Rio Branco, com a anexação do Acre ao Brasil em 1903. O ajuste das fronteiras com o Peru foi concluído em 1912, quando o Acre já havia sido decretado como Território Federal (decreto 5.188, de 7 de abril de 1904), integrando o Brasil. O Território do Acre permaneceu nessa condição política até a sua elevação a Estado em 1962. O passado dos tempos áureos da borracha ainda está presente nas paisagens acreanas, com muitos seringais espalhados pela exuberante floresta e seus rios sinuosos. A eles se somam as cidades, que passaram a abrigar a maior parte da população do Estado a partir da década de 1970.

Assim como a chegada dos brancos no século XIX desencadeou diversos conflitos com os habitantes indígenas, a chegada da estrada (BR 364) e de incentivos governamentais para a conversão da floresta em grandes projetos empresariais de produção pecuária (década de 1970), chocou-se com a as aspirações de milhares de famílias de posseiros espalhadas pelos antigos seringais. A luta dos seringueiros para manter a floresta em pé e regularizar a situação fundiária das populações remanescentes do ciclo da borracha, projetou lideranças populares e sindicais como as de Wilson Pinheiro e Chico Mendes, ambos cruelmente assassinados. Fruto da luta deste movimento, de sua articulação com os povos indígenas e as organizações nacionais e internacionais preocupadas com o futuro da floresta amazônica e seus habitantes tradicionais, surgiram em 1989 os Projetos de Assentamento Extrativistas (PAE) criados pelo INCRA. Em 1990, foram criadas as Reservas Extrativistas (RESEX), que são um tipo de assentamento em Unidade de Conservação, sob os cuidados do IBAMA. As RESEX existem atualmente também em outras partes do Brasil, estendendo os seus benefícios a milhares de seringueiros, castanheiros, ribeirinhos, pescadores e outras populações que praticam atividades tradicionais e de baixo impacto ambiental.

Aeroporto Plácido de Castro é uma das obras mais modernas da Capital

Rio Acre, que banha a cidade de Rio Branco, ao amanhecer

Rodovia AC-40 que dá acesso ao Parque de Exposição Marechal Castelo Branco

Vista noturna da ponte Juscelino Kubitschek




Escrito por Telecentro Esperança às 11h53
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7ª (Última) Tarefa - Niterói - Barreto

Origem do nome do Estado do Rio de Janeiro

Esse nome foi dado porque quando os portugueses aqui chegaram pensaram que a baia da Guanabara era foz de um grande rio, o que aconteceu no dia 1º de Janeiro, daí o nome Rio de Janeiro.

Origem do nome do município de Niterói

Nome indígena que quer dizer água escondida.

História do Estado do Rio de Janeiro

A primeira expedição enviada ao Brasil, após a viagem de Cabral, sobre o comando de Gaspar Lemos chegaram em 1º de janeiro de 1502. Na segunda expedição, chefiada por Gonçalo Coelho, ergueram em Cabo Frio uma feitoria destinada a embarcar o pau Brasil.


Escrito por Telecentro Esperança às 11h47
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7ª (Última) Tarefa - Niterói - Morro do Cavalão

O Rio de Janeiro


O Rio de Janeiro é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado na parte leste da região Sudeste e tem como limites os estados de Minas Gerais (N e NO), Espírito Santo (NE) e São Paulo (SO), como também o Oceano Atlântico (L e S). Ocupa uma área de 43.653 km², sendo pouco maior que a Dinamarca. Sua capital é o município do Rio de Janeiro. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flūmen
Os municípios mais populosos são: Rio de Janeiro, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Belford Roxo, Niterói, São João de Meriti, Campos dos Goytacazes, Petrópolis, Volta Redonda, Magé, Itaboraí, Mesquita, Nova Friburgo, Barra Mansa e Macaé. O Estado é formado por duas regiões morfologicamente distintas: a baixada e o planalto, que se estendem, como faixas paralelas, do litoral para o interior. Paraíba do Sul, Macaé, Guandu, Piraí e Muriaé são os rios principais. O clima é tropical.
A população tem suas origens sobretudo em dois povos: os portugueses e os africanos. Até meados do século XIX, a maioria da população fluminense era composta por negros, porém, o número de imigrantes portugueses desembarcados na cidade do Rio passou a crescer repentinamente naquele século, o que fez com que praticamente se igualasse o número de pessoas de origem africana e as de origem portuguesa. Somando-se aos indígenas, outros povos também contribuíram para a formação da população do estado.
Economia
Grande parte da economia fluminense se baseia na prestação de serviços, tendo ainda uma parte significativa de indústria e pouca influência da agropecuária.
62,1% em representação do seu [[ ]] representam a prestacao de serviços em áreas como telecomunicações, audiovisual, tecnologia da informação - TI, turismo, turismo de negócios, ecoturismo seguros e comércio. A cidade do Rio de Janeiro é sede da maior parte das operadoras de telefonia do país, como TIM, Oi, Telemar, Embratel, Intelig e Vésper.
O estado do Rio de Janeiro é a segunda maior economia do Brasil, perdendo apenas para São Paulo , e a quarta da América do Sul, tendo um Produto Interno Bruto superior ao do Chile, com uma participação no PIB nacional de 15,8% (2005 – Fundação CIDE e IBGE) e com a segunda renda per capita brasileira, perdendo apenas para o Distrito Federal.


Cultura e Educação


O Estado do Rio de Janeiro, possui o maior nível de educação no Brasil. Apesar da precariedade, os estudos mostram que a nível nacional, escolas públicas fluminenses possuíram bons índices de aproveitamento no último censo.
O Estado possui o maior número de Universidades Federais do Brasil, são elas: Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (maior universidade federal do país), Universidade Federal Fluminense - UFF, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ. As demais, Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ, Universidade Estadual do Norte Fluminense - UENF e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UniRio possuem também grande destaque.


Criação do Município Neutro


Após a transferência da Corte portuguesa para a cidade do Rio de Janeiro, a autonomia, que a província tanto aspirava, não foi alcançada da mesma forma que as demais, já que ao ministro do Reino, cargo que foi praticamente um substituto para o de Vice-Rei com relação ao Rio de Janeiro, era confiada a sua administração.
Aliado a isto, estava o fato de que a cidade do Rio era a capital do Império, o que fazia com que o ministro administrasse a província inteira por meio de "avisos", os quais dirigia às Câmaras Municipais de cidades que, naquela época, cresciam à passos largos devido à ampliação e fortalecimento da lavoura cafeeira, que já sobrepujava à força da lavoura canavieira na região Norte Fluminense.
Estas diferenças que haviam com relação as demais unidades administrativas do fez com que no ano de 1834 a cidade do Rio fosse transformada em Município Neutro, permanecendo como capital do país, enquanto a província passou a ter a mesma organização político administrativa das demais, tem agora sua capital em Vila Real da Praia Grande, que no ano seguinte passou a se chamar Niterói.
Já a cidade do Rio passou a ter uma Câmara Municipal, que cuidaria da vida daquela cidade sem interferência de um presidente de província, e em 1889, após a implantação da República, a mesma continuou como capital, sendo o Município Neutro transformado em Distrito Federal e a província em Estado. Com a mudança da capital para Brasília, em 1960, o município do Rio de Janeiro tornou-se o Estado da Guanabara.




O novo estado do Rio


Após a edição da Lei Complementar nº20 em 1974, assinada pelo presidente Ernesto Geisel, fundiram-se os estados da Guanabara e do Rio de Janeiro em 15 de março de 1975. A capital do novo estado (que manteve o nome de Rio de Janeiro) passou a ser a cidade do Rio de Janeiro, voltando-se a situação político-territorial anterior a 1834, ano da criação do Município Neutro. Foram mantidos ainda os símbolos do antigo estado do Rio, enquanto os símbolos da Guanabara passaram a ser os símbolos do município do Rio.





Comentários:

Luciana – Eu acho o Rio de Janeiro maravilhoso, tem vários pontos turísticos como o Cristo Redentor, o Bondinho, e etc. Lugares onde estamos sempre preservando o meio ambiente que é onde temos nossos melhores amigos: amigos da natureza. Espero que o Rio de Janeiro melhore cada dia mais para que o mundo fique capaz.
Pablo – O Rio de Janeiro é um Estado de verdadeiras obras, tais como: o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e o Museu. Porém temos dificuldades para algumas pessoas. Mas foi muito legal conhecer um pouco mais sobre o Rio e conviver nosso cotidiano na Paz.
Mirela – O Rio de Janeiro é um lugar maravilhoso, tem vários lugares como o Pão de Açúcar que também é maravilhoso,e outros lugares onde também tudo é maravilhoso. E gostaria de ir no Cristo Redentor, mas também não dispenso outros lugares.



Escrito por Telecentro Esperança às 10h44
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